Crescimento na Carreira e Softskills

A Transformação Digital e seu Impacto na carreira

Você já ouviu falar na expressão “Bilhão Emergente”? São profissionais, empreendedores e consumidores que estão entrando no mercado e exigem um dinamismo muito maior do que existia anteriormente. Estas pessoas, se não encontrarem as inovações ágeis que desejam no mercado, muitas vezes irão empreendedor e atender demandas advindas do surgimento de tecnologias emergentes. Com isso, nota-se que a capacidade de criar aumentou. Não apenas empresas já estabelecidas são capazes de gerar inovações, mas também novos empreendedores insatisfeitos com as ofertas do mercado. Empresas que anteriormente resistiam às mudanças, passaram a ser obrigadas a inovar. Essas transformações também impactaram nas carreiras dos profissionais. Da mesma forma com que as empresas foram obrigadas a se reformularem, as gestões de carreira, assim como as competências requeridas pelo mercado, também mudaram. Com isso, o ciclo de vida das carreiras passou a não ser mais linear, como era visto anteriormente. Novos assuntos e pontos de interesse também surgem com grande velocidade. Por isso é preciso não somente estar aberto às mudanças, mas também estar disposto a aprender com elas. Este novo mundo requer dos profissionais novos comportamentos. Entender e aceitar como a transformação digital impacta na gestão das novas carreiras, é essencial para garantir o sucesso profissional. No episódio “O grande cenário: transformação digital e o impacto na carreira”, você entenderá a implicação das mudanças mundiais na trajetória profissional.

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Aprendendo a Aprender

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Comunicação não-violenta, parte 1

A Comunicação Não Violenta (CNV) é uma metodologia que busca estabelecer conexões fortes tanto com nós mesmos quanto com os outros, baseando-se nos pilares da empatia e confiança. Foi desenvolvido por Marshall Rosenberg, que, quando criança, passou por experiências difíceis ao mudar-se para uma região nos Estados Unidos marcada por altos níveis de violência e conflitos raciais. Rosenberg sofreu ameaças de bullying e violência física, o que o levou a questionar a falta de conexão entre as pessoas. Sua curiosidade o incentivou a estudar sobre comunicação, e foi assim que, no final da década de 60 e início dos anos 70, ele começou a estruturar a Comunicação Não Violenta. Além dos pilares da autenticidade e empatia, essa abordagem enfatiza a importância de seguir quatro passos em nossa comunicação: observação, sentimentos, necessidades e pedidos. Passo 1: Observação Passo 2: Sentimentos

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Comunicação não-violenta, parte 2

Passo 3: Necessidade Passo 4: Pedidos

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Gerente de projetos vs. Gerente de produtos

Qual modelo de gerência adotar é uma importante decisão que a empresa deve tomar, com base nas peculiaridades e características de cada projeto, levando em consideração seus recursos e objetivos. Na busca por resultados positivos, uma boa gestão é essencial. Neste sentido, surgem os modelos de gerência por projeto e por produto. O modelo de gerência por projeto é utilizado por empresas que adotam o método cascata, onde há um tempo, qualidade e escopo muito bem determinados. Os objetivos são definidos pela alta gerência da empresa, que desenvolve um roadmap, definindo quais serão os investimentos e em quanto tempo o projeto será entregue. Neste caso, o gerente de projetos se preocupa apenas com o andamento desses projetos, a fim de garantir que as diretrizes impostas estejam sendo seguidas. Já no outro modelo de gerência, surge a figura do gerente de produto, que estabelece as metas a partir do entendimento das necessidades dos clientes. Ele busca solucionar as dores dos consumidores e encontrar as soluções ideais, realizando o direcionamento estratégico da empresa. Portanto, o gerente de produto tem um papel significativo no plano empresarial da organização, diferente do gerente de projeto. Entender a diferença entre estas duas figuras de gerência, é essencial para compreender como uma empresa se organiza, levando em consideração seus objetivos e valores. Assista ao episódio “Tipos de gerência” e entenda as nuances dessas diferentes dinâmicas de trabalho.

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O Fim da liderança hierarquica

Um dos dilemas que as organizações vivem na busca pelo seu sucesso, é definir qual tipo de gestão devem implementar na sua organização. A gestão em cascata e a gestão ágil são duas dessas possibilidades. Cada uma apresenta uma particularidade e especificações diferentes. Para definir qual gestão utilizar, os objetivos e o tipo de projeto serão pontos importantes a serem considerados. O modelo cascata é o modelo mais tradicional, onde cada etapa deve ser totalmente concluída para que a próxima seja iniciada. Todos os processos desta metodologia, desde o planejamento à entrega, têm um tempo e orçamentos predefinidos, que devem ser seguidos à risca. O modelo de gestão ágil apresenta maior flexibilidade nos seus processos de desenvolvimento, sendo ideal para projetos que propõem inovações. Mudanças e adequações são realizadas durante seu progresso, o que permite correções de possíveis erros e uma interação com as necessidades e dores do cliente. Neste caso, a busca sempre está no resultado. Cada um dos modelos de gestão é indicado para tipos diferentes de projetos. Apesar do modelo ágil ser o mais atual, o modelo cascata também tem suas vantagens e deve ser implementado em projetos que apresentam determinadas características. Para conhecer estas particularidades, assista ao episódio “As duas gestões”.

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Os 6 Ds da inovação

Resistir as mudanças da nova era tecnológica não é o melhor caminho para qualquer pessoa ou organização. É preciso aceitar e entender que essas transformações vieram para ficar, e que fazem parte de um ciclo que, provavelmente, nunca terá fim. A única certeza que temos é que as mudanças irão continuar existindo com frequência. Para caminhar ao lado de todas essas transformações, é necessário conhecimento. As empresas não estavam acostumadas e nem preparadas para lidar com essas mudanças. Anteriormente, um indicar ou parâmetro era definido e seguido por muito tempo, seguindo por anos o mesmo método. Atualmente, isso é totalmente oposto. Com todo esse avanço exponencial das tecnologias, também surge o medo de que as funções executadas por humanos sejam substituídas por máquinas. Com certeza, este é um caminho inegável. Entretanto, máquinas são excelentes em executar, analisar e simular, mas não em sentir. As funções humanas ainda são primordiais. Portanto, a tecnologia deve ser vista como algo que irá auxiliar no estabelecimento de uma visão mais estratégica e analítica pelas pessoas. A fim de entender como adotar a exponencialidade na vida e nos negócios, o engenheiro e médico Peter Diamandis propôs um método chamado “6Ds”. Ele é constituído por: digitalização, decepção, disrupção, desmaterialização, desmonetização e democratização. Entenda cada uma destas partes neste episódio “A exponencialidade das mudanças”.

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Pensamento Crítico

Pensamento crítico é fundamental para todos no século XVI. Aprenda como desenvolver seu pensamento crítiico

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