Liderança

A boa liderança, parte 1

As competências requisitadas pelo mercado atualmente, com certeza não são as mesmas de alguns anos atrás. O surgimento de tecnologias emergentes, e a busca por inovação nas organizações, impuseram a necessidade de novos atributos a todos os colaboradores, mas, principalmente, aos líderes. As competências podem ser divididas em habilidades comportamentais (soft Skills) e habilidades técnicas (hard Skills). Dentro das soft skills – habilidades comportamentais -, o autoconhecimento é um dos atributos essenciais aos líderes. Conhecer a si mesmo é entender suas virtudes, seus valores e até suas fraquezas. A partir do reconhecimento desses aspectos, o líder tem capacidade de incentivar o restante da equipe a também procurar por este autoconhecimento. Além disso, é essencial que a liderança tenha o mindset de crescimento, buscando sempre situações que tragam novas perspectivas e aprendizados. Os líderes inovadores são desbravadores, mantendo-se sempre curiosos e buscando por novos projetos constantemente. Também é importante entender que os ambientes em que você se coloca também auxiliam no desenvolvimento dessas habilidades. Por isso, é importante estar em locais inovadores, incentivadores e colaborativos. Além do autoconhecimento e do mindset de crescimento, há outras habilidades comportamentais essenciais as lideranças. Para conhecer estes outros aspectos, assista ao episódio “Competências essenciais: as competências de uma liderança - parte 1”.

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A boa liderança, parte 2

As habilidades comportamentais – soft skills – são essenciais ao desenvolvimento das lideranças. Apenas as habilidades técnicas - hard skills - não são suficientes na formação de um verdadeiro líder. Além de habilidades como autoconhecimento e midset de crescimento, outros atributos também são essenciais, e o desenvolvimento da empatia é uma delas. O reconhecimento da empatia como um dos fatores essenciais ao sucesso das organizações, possibilitou, inclusive, uma alteração na estrutura organizacional de algumas empresas. Além da empatia, desenvolver a criatividade também é um ponto crucial. Com a tendência dos mercados de buscarem constantemente inovações disruptivas, a habilidade de ser criativo ganhou ainda mais importância. Líderes criativos podem não apenas propor produtos inovadores, mas também implementar pequenas mudanças no seu time, melhorando processos de trabalho pontuais de forma mais rápida e fácil. Além da criatividade, é preciso sempre estar aberto as mudanças. Para isso, um líder deve facilmente se adaptar a qualquer alteração no curso do projeto, sempre com o pensamento voltado à aprendizagem. Além da empatia, criatividade e adaptabilidade, outras habilidades comportamentais ainda são requeridas aos líderes do futuro. Para conhecer estes outros pontos importantes neste novo cenário inovador, assista ao episódio “Competências essenciais: As competências de uma liderança - parte 2”.

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A necessidade de lideranças inovadoras

Este novo momento, repleto de organizações que buscam a inovação constante, também precisa de lideranças que atendam essas novas necessidades. É preciso liderar a partir de diversas variáveis, com cenários cada vez mais complexos e repletos de mudanças rápidas e drásticas. Por isso, as lideranças devem passar por uma mudança. Os métodos utilizados anteriormente já não se enquadram nestes novos padrões. Neste sentido, existe uma preocupação no mercado com a ausência de habilidades essenciais nos indivíduos que compõem os times. Estudiosos temem que a falta de profissionais com as competências ideais pode ameaçar o crescimento futuro das organizações. Dentro deste cenário, onde as empresas buscam a inovação continuamente, é preciso criar o mindset de que errar faz parte do processo. Muitas vezes, o medo de errar impede que as equipes busquem por novas soluções. Por isso, a adaptabilidade é característica essencial para estes novos profissionais. O pensamento que deve permear por toda organização é o de aprendizado constante. As estruturas de comando devem basear-se na flexibilidade, buscando aumentar o compartilhamento de ideia entre todos os membros. Entenda como este cenário impacta na gestão de lideranças, assistindo ao episódio “Competências essenciais: a necessidade de lideranças inovadoras”.

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Liderança em ambientes inovadores

As transformações descritas pela definição de mundo VUCA (volátil, incerto, complexo e ambíguo), também trouxeram grandes desafios aos líderes das organizações. O surgimento das tecnologias emergentes, como Internet das Coisas (IoT), Blockchain, robótica e Inteligência Artifical (AI), permitiram a geração de novos modelos de negócio. Com isso, outros papéis e comportamentos passaram a ser requisitados aos líderes. Atualmente, não somente os aspectos que permeiam exclusivamente o seu negócio são o alvo das organizações. É preciso entender todo o contexto que estão envolvidas, assim como todas as partes que são impactadas pelo negócio. Tanto clientes internos como externos são levados em consideração no que é chamado de economia de stakeholdels. Por isso, os líderes do futuro devem ser capazes de entender esta nova perspectiva, atendendo a essas diferentes demandas de forma mais clara e objetiva. Além disso, as lideranças devem ser capazes de gerenciar negócios com práticas ESG – Environmental, Social e Governance (Ambiental, Social e Governança). Estas práticas andam em concordância, por exemplo, com os objetivos traçados pela Agenda 2030, que buscam um desenvolvimento sustentável. Conheça os aspectos que permeiam estes novos modelos de liderança, assistindo ao episódio “Competências essenciais: a liderança em ambientes inovadores”.

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