Mulheres de impacto em culturas Fortes

Promova a equidade de gênero no ambiente de trabalho com nosso curso, que combina abordagens didáticas, históricas e práticas para desmistificar comportamentos e ensinar boas práticas, empoderando mulheres e homens para um futuro mais inclusivo.

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Categoria: Diversidade e Inclusão
Duração: 2 horas
Nível: Iniciante
Módulos: 6
Certificado: Incluso
Exercícios: Incluso
Bônus: Plano de ação

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Atendimento Nota 10

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As habilidades mais buscadas hoje

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Crescimento na Carreira e Softskills

Comunicação não-violenta, parte 2

Passo 3: Necessidade Passo 4: Pedidos

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Comunicação não-violenta, parte 1

A Comunicação Não Violenta (CNV) é uma metodologia que busca estabelecer conexões fortes tanto com nós mesmos quanto com os outros, baseando-se nos pilares da empatia e confiança. Foi desenvolvido por Marshall Rosenberg, que, quando criança, passou por experiências difíceis ao mudar-se para uma região nos Estados Unidos marcada por altos níveis de violência e conflitos raciais. Rosenberg sofreu ameaças de bullying e violência física, o que o levou a questionar a falta de conexão entre as pessoas. Sua curiosidade o incentivou a estudar sobre comunicação, e foi assim que, no final da década de 60 e início dos anos 70, ele começou a estruturar a Comunicação Não Violenta. Além dos pilares da autenticidade e empatia, essa abordagem enfatiza a importância de seguir quatro passos em nossa comunicação: observação, sentimentos, necessidades e pedidos. Passo 1: Observação Passo 2: Sentimentos

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Pensamento Crítico

Pensamento crítico é fundamental para todos no século XVI. Aprenda como desenvolver seu pensamento crítiico

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A Transformação Digital e seu Impacto na carreira

Você já ouviu falar na expressão “Bilhão Emergente”? São profissionais, empreendedores e consumidores que estão entrando no mercado e exigem um dinamismo muito maior do que existia anteriormente. Estas pessoas, se não encontrarem as inovações ágeis que desejam no mercado, muitas vezes irão empreendedor e atender demandas advindas do surgimento de tecnologias emergentes. Com isso, nota-se que a capacidade de criar aumentou. Não apenas empresas já estabelecidas são capazes de gerar inovações, mas também novos empreendedores insatisfeitos com as ofertas do mercado. Empresas que anteriormente resistiam às mudanças, passaram a ser obrigadas a inovar. Essas transformações também impactaram nas carreiras dos profissionais. Da mesma forma com que as empresas foram obrigadas a se reformularem, as gestões de carreira, assim como as competências requeridas pelo mercado, também mudaram. Com isso, o ciclo de vida das carreiras passou a não ser mais linear, como era visto anteriormente. Novos assuntos e pontos de interesse também surgem com grande velocidade. Por isso é preciso não somente estar aberto às mudanças, mas também estar disposto a aprender com elas. Este novo mundo requer dos profissionais novos comportamentos. Entender e aceitar como a transformação digital impacta na gestão das novas carreiras, é essencial para garantir o sucesso profissional. No episódio “O grande cenário: transformação digital e o impacto na carreira”, você entenderá a implicação das mudanças mundiais na trajetória profissional.

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Os 6 Ds da inovação

Resistir as mudanças da nova era tecnológica não é o melhor caminho para qualquer pessoa ou organização. É preciso aceitar e entender que essas transformações vieram para ficar, e que fazem parte de um ciclo que, provavelmente, nunca terá fim. A única certeza que temos é que as mudanças irão continuar existindo com frequência. Para caminhar ao lado de todas essas transformações, é necessário conhecimento. As empresas não estavam acostumadas e nem preparadas para lidar com essas mudanças. Anteriormente, um indicar ou parâmetro era definido e seguido por muito tempo, seguindo por anos o mesmo método. Atualmente, isso é totalmente oposto. Com todo esse avanço exponencial das tecnologias, também surge o medo de que as funções executadas por humanos sejam substituídas por máquinas. Com certeza, este é um caminho inegável. Entretanto, máquinas são excelentes em executar, analisar e simular, mas não em sentir. As funções humanas ainda são primordiais. Portanto, a tecnologia deve ser vista como algo que irá auxiliar no estabelecimento de uma visão mais estratégica e analítica pelas pessoas. A fim de entender como adotar a exponencialidade na vida e nos negócios, o engenheiro e médico Peter Diamandis propôs um método chamado “6Ds”. Ele é constituído por: digitalização, decepção, disrupção, desmaterialização, desmonetização e democratização. Entenda cada uma destas partes neste episódio “A exponencialidade das mudanças”.

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Gerente de projetos vs. Gerente de produtos

Qual modelo de gerência adotar é uma importante decisão que a empresa deve tomar, com base nas peculiaridades e características de cada projeto, levando em consideração seus recursos e objetivos. Na busca por resultados positivos, uma boa gestão é essencial. Neste sentido, surgem os modelos de gerência por projeto e por produto. O modelo de gerência por projeto é utilizado por empresas que adotam o método cascata, onde há um tempo, qualidade e escopo muito bem determinados. Os objetivos são definidos pela alta gerência da empresa, que desenvolve um roadmap, definindo quais serão os investimentos e em quanto tempo o projeto será entregue. Neste caso, o gerente de projetos se preocupa apenas com o andamento desses projetos, a fim de garantir que as diretrizes impostas estejam sendo seguidas. Já no outro modelo de gerência, surge a figura do gerente de produto, que estabelece as metas a partir do entendimento das necessidades dos clientes. Ele busca solucionar as dores dos consumidores e encontrar as soluções ideais, realizando o direcionamento estratégico da empresa. Portanto, o gerente de produto tem um papel significativo no plano empresarial da organização, diferente do gerente de projeto. Entender a diferença entre estas duas figuras de gerência, é essencial para compreender como uma empresa se organiza, levando em consideração seus objetivos e valores. Assista ao episódio “Tipos de gerência” e entenda as nuances dessas diferentes dinâmicas de trabalho.

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Diversidade e Inclusão

Gestão de Carreira da Mulher

As transformações que compõem o cenário atual de constantes mudanças, requer também uma atenção a gestão de carreiras. O que antes era linear, com profissionais trabalhando longos períodos na mesma empresa, passou para um contexto sinuoso, com frequentes mudanças, não só no ambiente de trabalho, mas também nas funções exercidas. Neste sentido surge o conceito de carreira proteana - flexível e adaptável às mudanças. Cada indivíduo passa a ser ainda mais responsável pelo direcionamento de sua carreira, já que há maior liberdade para decidir quais caminho tomar, fazendo o que realmente traz felicidade e realização pessoal. Além disso, este movimento também faz com que as organizações mantenham um foco alinhado aos valores que este novo momento requer, propondo uma gestão mais humanizada, flexível e preocupada em oferecer atrativos que a tornem referência na gestão de talentos. Estes cuidados criam a reputação de uma empresa que se preocupa com os funcionários. Além disso, também é importante entender que, para qualquer indivíduo, a gestão de carreira é um processo com diversos obstáculos. Entretanto, para as mulheres, os desafios são ainda maiores. Por isso, é importante procurar por organizações que tenham estratégias para ascensão da carreira feminina, além de planos para período de maternidade e para situações em haja algum tipo de assédio. Por isso, dentro destes aspectos, é extremamente importante reconhecer o seu ciclo de carreira. Ele é composto por diversas fases, que devem ser bem reconhecidas e planejadas.

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Mulheres de impacto em culturas Fortes

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Saúde e Segurança

Tecnologia no nosso dia a dia e negócios

Independente da divisão de departamentos de uma empresa, todas as tarefas e objetivos devem estar ligados entre si, tendo uma relação de interdependência entre todos os processos. A interdependência funcional de tecnologia pode ser uma fonte de inovação para a empresa, e acontece quando dois componentes interagem entre si e se impactam mutuamente. Muitas vezes, para uma inovação ser desenvolvida e se tornar funcional, é necessário que haja o avanço de uma outra tecnologia. Além desse tipo de interdependência, também há a relação da própria estratégia da marca com o marketing que é proposto. A propaganda deve valorizar a visão e valores da organização, ressaltando os objetivos da empresa, e não a tecnologia em si. A interdependência também possibilita a colaboração interorganizacional com fornecedores, matéria- prima, tecnologias e clientes. Com isso, as organizações não precisam abranger todos os processos de produção do produto e podem fazer parceiras com empresas especializadas. Além disso, podem cooperar com outras companhias em busca de pesquisas e conhecimentos necessários para o desenvolvimento dos seus próprios produtos. Os processos de interdependência estão por toda parte da organização. Neste episódio você conhecerá quais são as relações de interdependência que uma empresa pode conter.

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Primeiros Socorros – Básico

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Fundamentos de Segurança – Riscos

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Fundamentos – Riscos Psicossociais

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Liderança

A necessidade de lideranças inovadoras

Este novo momento, repleto de organizações que buscam a inovação constante, também precisa de lideranças que atendam essas novas necessidades. É preciso liderar a partir de diversas variáveis, com cenários cada vez mais complexos e repletos de mudanças rápidas e drásticas. Por isso, as lideranças devem passar por uma mudança. Os métodos utilizados anteriormente já não se enquadram nestes novos padrões. Neste sentido, existe uma preocupação no mercado com a ausência de habilidades essenciais nos indivíduos que compõem os times. Estudiosos temem que a falta de profissionais com as competências ideais pode ameaçar o crescimento futuro das organizações. Dentro deste cenário, onde as empresas buscam a inovação continuamente, é preciso criar o mindset de que errar faz parte do processo. Muitas vezes, o medo de errar impede que as equipes busquem por novas soluções. Por isso, a adaptabilidade é característica essencial para estes novos profissionais. O pensamento que deve permear por toda organização é o de aprendizado constante. As estruturas de comando devem basear-se na flexibilidade, buscando aumentar o compartilhamento de ideia entre todos os membros. Entenda como este cenário impacta na gestão de lideranças, assistindo ao episódio “Competências essenciais: a necessidade de lideranças inovadoras”.

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A boa liderança, parte 2

As habilidades comportamentais – soft skills – são essenciais ao desenvolvimento das lideranças. Apenas as habilidades técnicas - hard skills - não são suficientes na formação de um verdadeiro líder. Além de habilidades como autoconhecimento e midset de crescimento, outros atributos também são essenciais, e o desenvolvimento da empatia é uma delas. O reconhecimento da empatia como um dos fatores essenciais ao sucesso das organizações, possibilitou, inclusive, uma alteração na estrutura organizacional de algumas empresas. Além da empatia, desenvolver a criatividade também é um ponto crucial. Com a tendência dos mercados de buscarem constantemente inovações disruptivas, a habilidade de ser criativo ganhou ainda mais importância. Líderes criativos podem não apenas propor produtos inovadores, mas também implementar pequenas mudanças no seu time, melhorando processos de trabalho pontuais de forma mais rápida e fácil. Além da criatividade, é preciso sempre estar aberto as mudanças. Para isso, um líder deve facilmente se adaptar a qualquer alteração no curso do projeto, sempre com o pensamento voltado à aprendizagem. Além da empatia, criatividade e adaptabilidade, outras habilidades comportamentais ainda são requeridas aos líderes do futuro. Para conhecer estes outros pontos importantes neste novo cenário inovador, assista ao episódio “Competências essenciais: As competências de uma liderança - parte 2”.

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A boa liderança, parte 1

As competências requisitadas pelo mercado atualmente, com certeza não são as mesmas de alguns anos atrás. O surgimento de tecnologias emergentes, e a busca por inovação nas organizações, impuseram a necessidade de novos atributos a todos os colaboradores, mas, principalmente, aos líderes. As competências podem ser divididas em habilidades comportamentais (soft Skills) e habilidades técnicas (hard Skills). Dentro das soft skills – habilidades comportamentais -, o autoconhecimento é um dos atributos essenciais aos líderes. Conhecer a si mesmo é entender suas virtudes, seus valores e até suas fraquezas. A partir do reconhecimento desses aspectos, o líder tem capacidade de incentivar o restante da equipe a também procurar por este autoconhecimento. Além disso, é essencial que a liderança tenha o mindset de crescimento, buscando sempre situações que tragam novas perspectivas e aprendizados. Os líderes inovadores são desbravadores, mantendo-se sempre curiosos e buscando por novos projetos constantemente. Também é importante entender que os ambientes em que você se coloca também auxiliam no desenvolvimento dessas habilidades. Por isso, é importante estar em locais inovadores, incentivadores e colaborativos. Além do autoconhecimento e do mindset de crescimento, há outras habilidades comportamentais essenciais as lideranças. Para conhecer estes outros aspectos, assista ao episódio “Competências essenciais: as competências de uma liderança - parte 1”.

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Liderança em ambientes inovadores

As transformações descritas pela definição de mundo VUCA (volátil, incerto, complexo e ambíguo), também trouxeram grandes desafios aos líderes das organizações. O surgimento das tecnologias emergentes, como Internet das Coisas (IoT), Blockchain, robótica e Inteligência Artifical (AI), permitiram a geração de novos modelos de negócio. Com isso, outros papéis e comportamentos passaram a ser requisitados aos líderes. Atualmente, não somente os aspectos que permeiam exclusivamente o seu negócio são o alvo das organizações. É preciso entender todo o contexto que estão envolvidas, assim como todas as partes que são impactadas pelo negócio. Tanto clientes internos como externos são levados em consideração no que é chamado de economia de stakeholdels. Por isso, os líderes do futuro devem ser capazes de entender esta nova perspectiva, atendendo a essas diferentes demandas de forma mais clara e objetiva. Além disso, as lideranças devem ser capazes de gerenciar negócios com práticas ESG – Environmental, Social e Governance (Ambiental, Social e Governança). Estas práticas andam em concordância, por exemplo, com os objetivos traçados pela Agenda 2030, que buscam um desenvolvimento sustentável. Conheça os aspectos que permeiam estes novos modelos de liderança, assistindo ao episódio “Competências essenciais: a liderança em ambientes inovadores”.

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Planejamento e Inovação

Mundo que vivemos

Na busca pelos melhores resultados, as empresas têm buscado, cada vez mais, uma renovação e inovação das suas práticas e processos. A inovação é importante na criação de uma nova forma de pensamento, a fim de entender que as mudanças pelo qual o mundo está passando, são constantes. As empresas tendem a explorar um processo de melhoria contínua, buscando resultados em períodos de tempo menores do que antigamente. Anteriormente, os processos constituíam ciclos longos, em que os resultados só eram vistos ao final do processo. Este ainda é um modelo que pode ser aplicado a projetos já conhecidos. Entretanto, se o objetivo é inovação, mudar a mentalidade a fim de buscar pequenos resultados em espaços menores de tempo, é essencial. Ao contrário do que muitos imaginam, inovar não é sinônimo de implementar a tecnologia mais recente. É claro que esta é uma opção. Entretanto, inovar é algo muito mais amplo. É mudar a maneira de agir e pensar. A inovação precisa ocorrer através de processos, para que seja um processo contínuo e não algo pontual. Existem categorias que determinam os tipos de inovação. Pode ser uma melhoria incremental, low end, disruptiva, ou inovação de valor. Entenda cada uma delas no episódio “Premissas de inovação”.

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Os 4 pilare das Transformação Digital

O processo de transformação digital ocorre de maneiras diferentes para cada empresa. Levando em conta seus objetivos e contexto organizacional, há diversos caminhos que podem ser tomados. Não necessariamente toda a empresa precisa transformar tudo no digital. Para fazer esta escolha do que será ou não digitalizado, quatro pontos precisam ser levados em consideração: digitalização; otimização digital; transformação digital e negócios digitais. Para definir se um projeto de digitalização deve ser ou não implementada, é preciso se atentar a algumas condições: a tarefa deve ser automática; ela deve ter uma sequência de passos bem definida; e deve gerar baixo valor para o negócio. A partir da escolha do que será digitalizado, o novo modelo de negócio deve acompanhar as mudanças das tecnologias que vão sendo disponibilizadas. Deve ocorrer uma evolução sistemática e contínua do processo de negócio. Também é importante entender que a transformação digital deve estar integrada com as demais áreas da empresa. A ambidestria pode ser um modelo interessante a ser adotado, desde que se encaixe nos objetivos da empresa. Além disso, é preciso entender que a transformação em um modelo digital não exclui os modelos de negócio tradicionais. Cada modelo irá atingir um tipo de público diferente. Isso deve ser definido levando em consideração os objetivos da empresa. Entenda a fundo como funcionam os quatro pilares da transformação digital assistindo a este episódio.

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Construindo a estratégia para a Transformação Digital

A estratégia corporativa nada mais é do que materializar a entrega da proposta de valor da empresa. Ela trata do planejamento do negócio como um todo, incluindo a estratégia da transformação digital. A melhor estratégia é aquela que é construída de forma que envolva toda a organização, inclusive executivos, gestores, e os próprios times. É essencial que toda a organização esteja empenhada e focada nos mesmos objetivos. A ambidentria organizacional é uma das estratégias que pode ser utilizada. Se trata de um movimento que possibilita o trabalho em duas frentes diferentes, ao mesmo tempo. De um lado, a eficiência preza por uma execução impecável e excelência profissional. Do outro, a inovação lhe permite testar hipóteses que podem não funcionar. A transformação digital está diretamente ligada aos problemas dos usurários na época em que é implementada. Uma necessidade que existia ontem pode não ser a necessidade do cliente hoje. Portanto, é preciso realizar um processo de revisão contínuo desse plano, para garantir que ele ainda se encaixa nos objetivos anteriormente traçados. Lembrando que apenas a digitalização não é a transformação digital por completo. Os clientes realmente percebem valor na sua transformação? Ou acreditam que foi apenas uma digitalização para melhorar eficiência e redução de custos? A revisão da transformação digital garante que você está atendendo o ponto principal, que são seus clientes. Um dos modelos mais completos de gestão da transformação digital que temos é o do pesquisador Gregory Vial. Para entender como este modelo funciona, e como adequá-lo à sua empresa, assista a este episódio: A estratégia por trás da transformação digital.

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Inteligência Artificial

A inteligência artificial (IA), apesar de ser um tema tecnológico e inovador, já era pensado desde a década de 50. Essa tecnologia busca similar a inteligência humana em uma máquina, buscando aspectos como o raciocínio, a percepção de ambiente e a habilidade de análise e reconhecimento de padrões. Com a capacidade computacional que temos hoje, com os algoritmos cada vez mais robustos, e uma enorme quantidade de dados, a inteligência artificial passou a ser mais utilizada pelas empresas. Anteriormente, quando estes recursos não eram tão disponíveis como hoje, a IA não era tão precisa. Hoje elas auxiliam médicos a fazerem diagnósticos, aplicativos de rota a funcionarem, análise de comportamento do consumidor, assistência pessoal, dentre diversas outras funções. A capacidade e precisão dos algoritmos, baseado em Machine Learning (aprendizado de máquina), turbinou o uso disso pelas empresas. Basicamente o que inteligência artificial faz é prever, propiciando a vantagem competitiva que as empresas buscam. Além disso, auxiliam na redução de erros, riscos e custos operacionais. Mas então, de que forma essas máquinas conseguem aprender? Quais são os mecanismos por trás disso? Para entender, assista a este episódio sobre Inteligência Artificial.

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Design Thinking

A fim de implementar a inovação em uma organização, diversos caminhos podem ser seguidos. Um desses é o método Design Thinking, que busca promover a ideação a partir da cocriação, promovendo projetos de valor para a empresa. Este modelo é baseado no cruzamento entre as necessidades das pessoas, as tecnologias e recursos disponíveis, e as restrições do negócio. O processo do Design Thinking é categorizado em 5 etapas. O primeiro deles, empatizar, trata da maneira como lidamos com as dores dos clientes. Inovar a partir de necessidades que não existem, não faz sentido. Por isso é importante ter empatia ao desvendar o que os consumidores precisam, a fim de definir o que realmente importa para eles. Entretanto, é preciso saber que o objetivo do Design Thinking não é entender o que os clientes querem, até porque eles podem não saber ao certo o que desejam. O método busca aquilo que eles precisam, mesmo que ainda desconheçam essa necessidade. Por isso, buscar qualidade de informação, no lugar de quantidade, é fundamental. Além da empatia, também fazem parte das etapas do Design Thinking: definir, idear, prototipar e testar. Entender cada um desses estágios é essencial para aplicar uma inovação de valor para a empresa. Compreenda cada uma dessas etapas no episódio “Design Thinking”.

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Metas (Okrs)

A metodologia OKR é um acrônimo das palavras Objectives and Key Results (objetivos e resultados chaves). Foi criada na década de 70 por Andrew Grove, até então funcionário da Intel que, ao ingressar no Google, levou a metodologia para a empresa, dando maior notoriedade ao método. Este método busca resultados com ênfase na gestão de metas e na organização. Dentro da metodologia, os objetivos são aquilo que queremos alcançar dentro da organização. Devem ser estabelecidos tanto pela empresa, como pelas áreas e indivíduos. Eles devem ser curtos, inspiradores e desafiadores. Cada objetivo é transformado em key results, ou resultados chave, que são ferramentas de medição do progresso, devendo ser quantitativos e mensuráveis. O método OKR possibilita o fortalecimento da cultura da empresa. Quando há o entendimento de porque cada processo é realizado, os colaboradores entendem melhor seu papel na organização e o desempenham com maior satisfação e comprometimento. Além disso, também há uma maior transparência e interconexão entre os times, aumentando a colaboração e velocidade de entrega. Com isso, há um aumento da receita sem que necessariamente haja investimento direto. Entenda melhor cada aspecto deste famoso método assistindo ao episódio “OKRs”.

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